SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA “RAÍZES DA LIBERDADE”

  • 18/11 (domingo): Sede/Liberdade (Rua Gregório de Matos, 286)

– 15:00 horas: Concentração do Bloco Afro Akomabu

 

  • 19/11 (segunda): Sede/Liberdade (Rua Gregório de Matos, 286)

– 19:00 – 20:30 horas: Palestra “A importância da direção

defensiva no   trânsito”, com Elson Costa Oliveira

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– 20:30 horas: Banda Afro Netos de Nanã

– 21:00 horas: Banda Yluguerê

 

  • 20/11 (terça): Sede/Liberdade (Rua Gregório de Matos, 286)

– 10:00 – 12:00 horas:

  • Workshop de Toque de Caixa do Divino, com Rosa Barbosa
  • Workshop de Bijuterias, com Luís Fernando Sousa e Gisa Martins
  • Contos Africanos Infantis, com Gisele Padilha

– 15:00 – 17:00 horas:

  • Workshop de Dança Afro, com Cinthya VanessaEDITADAS.jpg
  • Workshop de Ritmos Afros, com Bruno Cururupu
  • Workshop de Trança, com Joiderlene e Jessica
  • Workshop de Turbantes, Mayara Alves

– 18:00 – 20:00 horas:

  • Roda de Capoeira, com Mestre Bamba
  • Desfile do Resultado das oficinas
  • Roda de Tambor de Crioula, com o Grupo Maracrioula
  • Bloco Afro Netos de Nanã

 

 

  • 21/11(quarta): Sede/Liberdade (Rua Gregório de Matos, 286)

– 16:00 horas: Missa de 1º Mês da Passagem de Álvaro José dos Santos Souza, Pai Neto de Nanã

  • 22/11 (quinta): Fábrica Santa Amélia/ Curso de Turismo e Hotelaria UFMA (Rua das Crioulas, Centro)

– 08:30 – 10:00 horas: Mesa Redonda, “O significado do dia da Consciência Negra e luta por igualdade de direitos”

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– 10:00 – 12:00 horas: Oficinas

  • Workshop de Dança Afro, com Cinthya Vanessa
  • Workshop de Ritmos Afros, com Bruno Cururupu
  • Workshop de Trança e Turbantes, com Joiderlene e Jessica

 

– 12:00 horas: Apresentação dos resultados das oficinas

Bloco Afro Netos de Nanã

 

  • 23/11 (sexta): IFMA/ Campus Maracanã

– 15:00 – 17:00 horas: Oficinas

  • Workshop de Dança Afro, com Cinthya Vanessa
  • Workshop de Ritmos Afros, com Bruno Cururupu

 

– 17:00 horas: Apresentação dos resultados das oficinas

  • Bloco Afro Netos de Nanã
  • Tambor de Crioula IFMA Crioula

 

  • 25/11 (domingo): Largo do Caroçudo – Ponto de Fuga/ Madre Deus

– 16:00 – 18:00 horas: Cortejo Afro

    • Bloco Afro Netos de Nanã
    • Bloco Afro Oficina Affro
    • Bloco Afro Juremê
    • Bloco Afro Ominirá
    • Bloco Afro Abibimâ
    • Bloco Afro Aruand

 

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  • Bloco Afro Didara
  • Bloco Afro Abyé yé Maylô
  • Bloco Afro GDAM
  • Bloco Afro Akomabu

 

Oficinas de capoeira IFMA de São José de Ribamar

O grêmio Recreativo e Cultural Libertos na Noite, em parceria com o IFMA – Instituto Federal do Maranhão está promovendo na cidade de São José de Ribamar, está promovendo oficinas de capoeira pela manhã e a tarde já no dia 04 e setembro e durante o dia 5 haverá uma mostra de cacuriá na Área de vivencia às 15h00min. Ás oficinas contam com a participação dos ministrantes Álvaro José(Neto de Nanã), e Mauro Sérgio.

Segue a programação abaixo.

PROGRAMAÇÃO IFMA

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por: Luis Paulo Photos

Reunião de articulação no terreiro LOGUM CETOMI ALAKETU

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No dia 09 de agosto de 2018, o Supremo Tribunal Federal julgará o Recurso Extraordinário 494601, que trata do abate religioso de animais nas religiões tradicionais de Matriz Africana e Terreiros, e em outras religiões.

 

 

Se for aprovado, a sacralização de animais, uma prática ancestral nas religiões afro descendentes serão proibidas.

Por conta disso, lideranças das religiões de matriz africana de todo o país estão reunidos em Brasília para uma manifestação no dia 09 de agosto em frente ao STF.

Na tarde de hoje, ocorreu a Reunião de articulação no terreiro LOGUM CETOMI ALAKETU em Brasília, para

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organizar a luta contra o recurso que proibe o sacrifício de animais nos terreiros. No Estado Laico, todas as religiões devem ser respeitadas.

Representando o Maranhão, está presente o Pai Neto de Nanã, Conselheiro Nacional de Politica Cultural para as Religiões de Matriz Africana e articulador da Rede de Terreiros ” Um Passo nos Terreiros”; e Milson, que representa o Maranhão no Fórum Nacional da Juventude de Terreiros.

 

Texto: Elizandra Rocha

Publicação: Luis Paulo Photos

Plenária Nacional dos Povos e Comunidades de Matriz Africana

A mesa de abertura da Plenária Nacional dos Povos e Comunidades de Matriz Africana e de Terreiros, foi composta por lideranças de todo o Brasil.
Pai Neto de Nanã (Álvaro José), esteve na qualidade de Conselheiro Nacional de Políticas Culturais para os Povos e Comunidades Tradicionais Matriz Africana e representando, ainda, a Rede Metropolitana de Terreiros de São Luis “Um Passo nos Terreiros”.

Estiveram presentes ainda na mesa de abertura as seguintes lideranças do Maranhão: Pai Biné Gomes, representando a Federação de Umbanda; Mãe Vinina, representando a Renafro do Maranhão e mãe Nonata, representando o coletivo de mulheres negras do Maranhão.

A Plenária dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros tem o objetivo de analisar a conjuntura dos crimes de racismo religioso no Brasil contra os Terreiros de Matriz Africana, onde serão apresentados os relatórios estaduais dos casos de racismo religioso no país que estão em trâmites nas defensorias públicas estaduais e discutir possibilidades de lutas em prol do respeito à liberdade religiosa.

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Elizandra Rocha

Por: Luis Paulo Sousa

 

Adetutu e a Dança dos Orixás

SINOPSE: O Espetáculo “Adetutu e a Dança dos Orixás” une dança e teatro para contar a história de uma sacerdotisa africana que arrancada de sua terra, a África, e a caminho da escravidão descobre que o mais importante não lhe foi arrancado: a memória viva de sua história, sua existência e seus ancestrais.
Na vivência do cativeiro a sacerdotisa dá continuidade ao Culto dos Orixás, fincando a pedra de fundamentos do culto religioso africano no Brasil. O enredo se passa no sonho da personagem, onde a história dos Deuses do culto africano é apresentada.

A DRAMATURGIA do Espetáculo foi inspirado no Livro “Contos e Lendas Afro-brasileiros: A Criação do Mundo”, de Reginaldo Prandi.

 

 

CRIAÇÃO: O Espetáculo Teatral “Adetutu e a Dança dos Orixás” foi criado a partir de uma oficina de teatro realizado com dançarinos da Ala dos Orixás e músicos percussionistas do Bloco Afro Netos de Nanã e direção geral de Neto de Nanã e direção teatral e preparação de elenco de Urias de Oliveira.

A apresentação de fragmentos foi realizada na 23° edição do Festival Andanças (Festival de Dança da Associação Maranhense de Dança),
realizado no 20 de Outubro de 2017 no Teatro Alcione Nazaré aonde foram realizadas oficinas de danças afro Contemporânea , danças populares e danças de salão e no dia 11 de Novembro ocorrerá uma nova aprentação onde será realizado o espetáculo por inteiro.

By: Luis Paulo Photos

 

 

“Projeto Ponto de Memória do Bloco Afro Netos de Nanã” no bairro do Santa Cruz

Os morados do bairro Santa Cruz poderão conhecer mais de perto, o “Projeto Ponto de Memória do Bloco Afro Netos de Nanã,” que conta com oficinas de; Capoeira,dança e percussão. Durante apresentação no Terreiro de Pai Epitácio, localizada no bairro do Santa Cruz, São Luís – Maranhão.

PONTO DE MEMÓRIA BLOCO AFRO NETOS DE NANÃ / PREPARAÇÃO PARA O CARNAVAL 2017

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Foto: Ruy Barros

 

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Foto: Ruy Barros

-03/02 (Sexta-feira/19:00 ) – Ensaio Itinerante de Ponto a Ponto, no Centro Cultural Mestre Amaral (intercâmbio do Ponto de Memória Bloco Afro Netos de Nanã/Ponto de Cultura Dagba Dijo Emi e Ponto de Cultura Mestre Amaral) / participação da Banda Afro Deusas de Olorum

 

 

-04/02(Sábado/17:00)-Ensaio do Ponto de Memória Bloco Afro Netos de Nanã/Cortejo no bairro da Liberdade

(A partir de 11/02, programação a definir com o Governo do Estado)

-28/2 (Terça-feira/10) -Projeto Ponto de Memória Bloco Afro Netos de Nanã, oficinas de dança afro no Cururuca.

Projeto “Jovens Caixeiras”

RESUMO DO PROJETO
O Projeto Jovens Caixeiras visa oportunizar o aprendizado acerca do rito e do universo musical da Festa do Divino Espírito Santo emcaixeiras São Luís do Maranhão, por meio do estudo dos ritmos e toques da Caixa do Divino, instrumento peculiar dessa tradição, e, por meio, do aprendizado na construção da mesma, com materiais reciclados, proporcionando, assim, o repasse dessa tradição, que é praticada, em sua maioria, por mulheres, chamadas de Caixeiras do Divino. O projeto consiste em oferecer oficinas de toque e confecção de Caixas do Divino Espírito Santo, para a comunidade em geral do Pindaí e adjacências, bem como, para os povos de Terreiros da região. 
OBJETIVO
Geral: Realizar o repasse do conhecimento tradicional a cerca das Caixeiras do Divino no ritual da Festa do Divino Espírito Santo nas Religiões de Matriz Africana no MaranhãoEspecíficos:

·         Realizar oficina de toque, canto e danças das Caixeiras do Divino

·         Realizar oficina de confecção de Caixas do Divino Espírito Santo

JUSTIFICATIVA
A festa do Divino Espírito Santo é tradicional na cultura religiosa maranhense e inicia-se no primeiro domingo após a Pentecostes[1]. Praticada no catolicismo popular, onde a fé religiosa tem nos santos sua maior representatividade, o Divino Espírito Santo também é reverenciado nos terreiros de matriz africana e em casas, não constituídas como terreiros, mas casas de Festa do Divino. Tais casas, são chamadas de “palhoças” [2] e carregam a religiosidade afro.Atualmente, existem cerca de 170 Festas do Divino Espírito Santo, sendo identificadas apenas em 25 municípios maranhenses, entre os quais, a Região da Grande São Luís. Tais festas acontecem durante o ano todo movimentando comunidades na sua realização. O rito da Festa do Divino Espírito Santo praticado na religiosidade de matriz africana, no Maranhão é comandado por mulheres, que são chamadas de “Caixeiras do Divino”, porque tocam as “Caixas do Divino”, instrumento percussivo, peculiar da Festa do Divino no Maranhão. Segundo a pesquisadora, Michol Carvalho, as Caixeiras do Divino, “em sua maioria, são compostas por senhoras de meia idade ou idosas. E, com a idade avançada é bastante dificultoso o desdobramento para participar dos festejos, já que a distância também torna-se um empecilho” [3].

Além da festa do Divino ainda existem nos rituais religiosos de matriz africana a “Salva de Caixa para o Divino Espírito Santo” também executada pelas caixeiras e que também se estendem no decorrer do ano. É por meio do toque, do canto e da dança que as caixeiras cumprem sua missão de louvar o Divino Espírito Santo, assumindo o importante papel de guardiã de Seu Saber, como uma espécie de “Sacerdotisa do Divino”.

Assim sendo, as caixeiras realizam aproximadamente 250 apresentações durante o ano. Atualmente existe um grupo muito pequeno de caixeiras. A pesquisadora Michol Carvalho afirma que “antes cada caixeira era acompanhada de uma menina, a ‘bandeirinha’, que dançava ao lado dela e ia aprendendo pouco a pouco a tocar a caixa, sendo depois a sua substituta. Hoje as ‘bandeirinhas’ escassearam, são poucas que querem carregar a bandeirinha” [4].

Desta forma podemos admitir que essa tradição, peculiar do Maranhão, corre o risco de perder-se, pois o número de caixeiras diminui a cada ano. Enquanto lutiê de instrumentos afros percussivos, enquanto “Caixeiro” e enquanto “Festeiro” desse rito tradicional dos povos de matriz africana venho realizando oficinas de confecção de caixas do divino e reconhecendo a necessidade da formação de mulheres nesse ritual

O projeto “Jovens Caixeiras” visa resgatar e manter essa tradição iniciando e desenvolvendo em mulheres jovens o conhecimento histórico e prático desta manifestação cultural. Pretendemos repassar a compreensão do rito e a prática, por meio da oralidade dessas caixeiras mestras (no rito do toque do Divino, a mestra é chamada de “Caixeira Régia”, pois rege o toque musical do ritual), que precisam repassar esta tradição para a futura geração. A idéia é transmitir as “Jovens Caixeiras” o conhecimento de como construir e tocar as Caixas do Divino, buscando assim preservar a identidade cultural do nosso povo.

[1] Atualmente o 50.º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos o dia de Pentecostes. Com essa festa comemora-se a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos.
[2] As palhoças, quartos, casas constitui o processo preliminar para a asentamento do terreiro, a Casa Grande. Alguns médiuns não chegam a constituir terreiros.
[3] Relato oral da pesquisadora Michoel Carvalho (1950-2012) em entrevista realizada em 23/09/2011.
[4] Relato oral da pesquisadora Michoel Carvalho (1950-2012) em entrevista realizada em 23/09/2011.
ETAPAS DE EXECUÇÃO
Metodologia:O Projeto inicia-se com a abordagem teórica a respeito da história da Festa do Divino Espírito Santo e seu ritual; a tradição das Caixeiras do Divino e da utilização das caixas; Apresentação da localização das Festas na Ilha de São Luís e sua potencialidade nas comunidades e camadas sociais; outros movimentos culturais que utilizam a Caixa do Divino. Abordaremos ainda questões de ética e cidadania para a religiosidade de matriz africana, bem como as questões de gênero nesse ambiente, e introdução aos preceitos e fundamentos da mina no Maranhão.

O segundo momento do projeto será as oficinas práticas:

·         Oficina de Confecção de Caixas do Divino:

Nesta oficina será feito o reconhecimento dos materiais envolvidos na   confecção dos instrumentos, como: onde se consegue a matéria prima e como manuseá-la; como saber se o material está propício para a utilização; e outros detalhes que possibilitem aprofundamento acerca dos recursos necessários. A proposta desta oficina é confeccionar o instrumento a partir da reciclagem de materiais como galões de água mineral e latas. Por fim, a confecção das caixas e toda ornamentação (pintura da caixa).

 

·         Oficina de Caixeiras do Divino:

Nesta oficina abordaremos os diversos tipos de toque de caixa, sua musicalidade e entoar de versos e cantos, dentro do ritual da Festa do Divino Espírito Santo, abordaremos ainda a evolução do cortejo do Divino e de sua Festa, enfatizando os significados de cada rito, bem como, a dança das Caixeiras.

 

As oficinas acontecerão todas as terças, quintas e sábados, sendo 3 h/a por encontro, assim distribuídos:

·         Abordagem teórica: 15 h/a

·         Oficina de confecção: 25 h/a

·         Oficina de toque/canto: 25 h/a

 

O terceiro momento do projeto será composto por visitas as principais festas do Divino Santo em São Luís, como a Casa das Minas, Casa de Nagô, Casa de Fant Ashante e Terreiro de Iemanjá e ainda, visitas a Festas na zona rural da Cidade. Estamos denominando esta etapa de vivência que terá uma carga horária total de 60 h/a.

 

A finalização do Projeto será a realização da Feira de Instrumentos Afro Percussivos, onde faremos a exposição dos instrumentos construídos, uma Exposição fotográfica da execução do projeto, Exibição de vídeo sobre o projeto e participação das Jovens Caixeiras em festas na Região da Grande Ilha.

 

Estratégia da Ação:

01. Contato e contratação dos ministrantes das oficinas: caixeira e lutiê;

02. Preparação de material de divulgação para as inscrições do projeto: panfleto, spot para carro de som;

03. Divulgação das inscrições: visitas a terreiros da região, assessoria de comunicação para mídia espontânea e utilização das transmídia (rede sociais, site e blogs), divulgação em carro de som;

04. Realização das inscrições;

05. Aquisição de material para a realização das oficinas;

06. Realização das oficinas;

07. Locação de transporte para visita às festas;

08. Visitas à festas;

09. Confecção de material gráfico e de publicidade: construção da identidade visual, confecção de folder, banner, camisas, cartaz;

10. Aquisição de Câmera/filmadora para o registro fotográfico e audiovisual;

11. Registro fotográfico e audiovisual;

12. Impressão de fotografias para realização de exposição fotográfica;

13. Edição de imagens para realização de vídeo;

14. Montagem de tendas para a Feira;

15. Contratação de coquetel temático, “Sabor dos Terreiros”, para encerramento

16. Finalização do projeto: realização da exposição fotográfica, transmissão do vídeo, realização da Feira de Instrumentos Afro Percussivos, Participação das Caixeiras em Festas

17. Elaboração de Clliping eletrônico e impresso

18. Elaboração de relatório final e prestação de contas

Local: TEREIRO DE MINA NANÃ BOROQUE (Pindaí)

SEDE BLOCO AFRO NETOS DE NANÃ (Liberdade)

Contatos: (98)98767-7972 / 99972-1947

Imail: netodenana@gmail.com

Agêncialiberdade.wordpress.com

Blog: afronetosdenana.wordpress.com

Organização

ÁLVARO JOSÉ DOS SANTOS SOUZA

(Neto de Nanã)

Premio Produtores Negros 2014

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FUNARTE

“PROJETO TEM BATOM NO VINIL: FORMAÇÃO DE DJ PARA MULHERES”

O Projeto TEM BATOM NO VINIL consiste na formação de Dj para mulheres, preferencialmente moradoras do Bairro da Liberdade.

O projeto TEM BATOM NO VINIL trabalha a formação de dj’s para mulheres sem perder a perspectiva da identidade étnico-cultural da comunidade, mas sim, se utilizando dela. A proposta pedagógica é de resgate e valorização dessa identidade na cultura afro-descendente, fundindo com as mais variadas musicas, ampliando o conhecimento musical dos participantes e as possibilidades de experimentações sonoras e musicais.

O inicio das oficinas será no dia 4 de janeiro e o encerramento no dia 8 de março de 2012(Dia Internacional da Mulher), com apresentações em praça pública: Praça Mario Andreazza(Viva Liberdade); Praça Deodoro(Centro)  e Praça Nauro Machado(Praia Grande-Centro Histórico). O Lançamento Oficial será nos dias 16 e 17 de dezembro do corrente, na Praça Mario Andreazza(Viva Liberdade) e Espaço Cultural Odeon( Rua da Palma –Centro) respectivamente.

1     Justificativa

O ambiente dos dj’s em São Luis do Maranhão,, assim como, em praticamente todo o país,  é caracterizado pela presença quase que em sua totalidade masculina. Algumas mulheres tentam arriscar em apresentações especificas (festas e afins) pequenas participações, mas de forma muito tímida. O projeto TEM BATOM NO VINIL oferecera formação em discotecagem para mulheres.

O projeto iniciara  um novo horizonte para as  mulheres em um mercado cada vez mais crescente e de fonte inesgotável, a criatividade. Trabalhar a formação de dj’s mulheres além de ampliar as perspectivas para geração de renda dessas mulheres, resgata os valores de gênero incluindo a mulher em mais um fazer artístico-cultural.

Ofereceremos a oficina, preferencialmente, para as moradoras do bairro da Liberdade e adjacências que participam das ações da instituição, por conta da realidade das pessoas e principalmente das mulheres dessa região da cidade, em sua maioria, sem perspectivas de geração de renda.

Buscando a conscientização da importância da cultura afro-descendente para a Cidade de São Luis e o fomento da economia criativa, ofertaremos, ainda, as oficinas temáticas: “Identidade Étnico-Racial e Cultural” e “Empreendedorismo Cultural”.

3     Objetivos

Formar 25 Dj’s Mulheres.

  1. 3.    1 Objetivos Específicos
  • Realizar apresentações artísticas das Dj’s em 3 Praças públicas
  • Realizar apresentação artística das Dj’s em um Espaço Cultural privado
  • Iniciar um circuito de participações das Dj’s em festas.

4     Público Alvo

Direto: 25 Mulheres a partir dos 18 anos, preferencialmente moradoras do bairro da Liberdade, e/ou participantes de grupos e instituições culturais do características do Movimento Afro-descendente do Maranhão.